O que pagar primeiro: dívida cara ou dívida antiga? Veja qual é a melhor opção!

Entenda como definir prioridades na hora de quitar dívidas, por que juros pesam mais do que tempo de atraso e como escolher uma estratégia para sair da inadimplência

Quando as dívidas se acumulam, uma dúvida aparece quase sempre: pagar primeiro a dívida mais antiga ou a mais cara?

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A resposta não é intuitiva, e muita gente erra ao seguir apenas o “tempo de atraso” como critério. O resultado costuma ser frustração, contas que não diminuem e a sensação de que o esforço não está trazendo retorno.

Escolher o que pagar primeiro é uma decisão financeira e estratégica. Dessa forma, entender como os juros funcionam, o impacto no orçamento e os riscos de cada tipo de dívida faz toda a diferença para recuperar o controle.

Neste artigo, você vai entender qual dívida deve ter prioridade, quando faz sentido quebrar a regra e como organizar pagamentos de forma mais eficiente. Confira!

Por que pagar “a dívida mais antiga” nem sempre é a melhor ideia?

Pagar a dívida mais antiga parece lógica: ela está ali há mais tempo, incomoda e dá a sensação de “resolver o passado”. O problema é que tempo não é o fator que mais encarece uma dívida.

O que realmente faz uma dívida crescer é o juros. Uma dívida recente com juros altos pode se tornar mais pesada em poucos meses do que uma dívida antiga com juros baixos ao longo de anos.

Por isso, ao priorizar apenas a idade da dívida, você corre o risco de:

  • deixar uma dívida cara crescer rapidamente;
  • pagar várias parcelas sem reduzir o total devido;
  • trocar um problema visível por outro mais grave.

Quer saber como sair da inadimplência e recuperar o crédito no mercado? Então leia este artigo – Negociação de dívidas: guia definitivo para sair da inadimplência e recuperar o crédito.

O que caracteriza uma dívida “cara”?

Uma dívida cara é aquela que cresce rápido, mesmo quando o valor original não era alto. Isso acontece por causa de juros elevados, encargos e correções frequentes.

Entram nessa categoria, principalmente:

  • cartão de crédito;
  • cheque especial;
  • empréstimos pessoais com juros altos;
  • financiamentos de curto prazo mal estruturados.

Essas dívidas funcionam como uma bola de neve. Quanto mais tempo ficam em aberto, maior o impacto no orçamento futuro.

Precisando negociar um débito com a Tim e não sabe por onde começar? Leia este post – TIM Negocia: o que você precisa saber para negociar suas dívidas com a TIM.

Por que a dívida cara costuma ser prioridade?

Do ponto de vista financeiro, pagar primeiro a dívida mais cara reduz perdas. Cada mês que passa sem resolver uma dívida com juros altos representa dinheiro jogado fora.

Ao priorizar dívidas caras, o consumidor:

  • interrompe o crescimento acelerado do valor devido;
  • libera orçamento no médio prazo;
  • evita que uma dívida pequena vire um problema grande;
  • ganha fôlego financeiro para negociar outras pendências.

Assim sendo, mesmo que a dívida cara seja mais recente, ela costuma exigir atenção imediata.

E a dívida antiga, não importa?

Dívidas antigas costumam trazer impactos diferentes para o consumidor, como:

  • manutenção da negativação por longos períodos;
  • risco de cobrança judicial, dependendo do tipo;
  • desgaste emocional e insegurança;
  • dificuldade de acesso a crédito.

Além disso, elas frequentemente oferecem melhores condições de negociação, justamente porque o credor já considera parte do valor como prejuízo. Ou seja, a dívida antiga não deve ser ignorada, mas nem sempre deve ser a primeira da lista.

Em outras palavras, é necessário pagar dívidas antigas, porém, é preciso priorizar aquelas que possuem juros mais elevados para evitar que se tornem um problema maior lá na frente.

Leia também – Pessoas com câncer têm desconto em dívidas? Entenda seus direitos!

Quando a dívida antiga deve virar prioridade?

Existem situações em que a dívida antiga passa na frente da dívida cara. Isso acontece, por exemplo, quando:

  • a dívida está próxima de cobrança judicial;
  • envolve risco de bloqueio de bens ou valores;
  • afeta serviços essenciais;
  • está prestes a completar prazos críticos de cobrança.

Nesses casos, o critério deixa de ser apenas financeiro e passa a envolver risco jurídico e impacto direto na vida do consumidor.

Por exemplo, imagine que você tenha uma dívida que está prestes a completar 5 anos com juros baixos, porém, o credor entrou com uma ação judicial.

Nessa situação, há o risco de penhora de bens, contas bancárias e outros problemas agravantes. Nesse exemplo, é melhor priorizar essa dívida para evitar problemas maiores, do que pagar uma dívida mais recente com juros mais elevados.

Juros x tempo: qual pesa mais no bolso?

Em termos práticos, os juros pesam mais do que o tempo. Uma dívida com juros de 10% ao mês dobra rapidamente, enquanto uma dívida com juros baixos pode ficar relativamente estável por anos.

Por isso, a pergunta mais importante não é “qual dívida é mais antiga?”, mas sim:

  • qual dívida cresce mais rápido?
  • qual vai custar mais se eu não agir agora?
  • qual compromete mais meu orçamento nos próximos meses?

Responder a essas perguntas ajuda a definir prioridades com mais clareza.

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O impacto da negativação na decisão

A negativação do nome também influencia a estratégia. Dívidas que mantêm o CPF negativado dificultam acesso a crédito, compras parceladas e até contratos de serviço. No entanto, nem toda negativação pesa da mesma forma.

Às vezes, negociar uma dívida cara recente pode liberar orçamento para, em seguida, resolver uma dívida antiga com condições melhores. O erro comum é tentar “limpar o nome a qualquer custo”, aceitando acordos ruins que não cabem no bolso.

Como organizar a ordem de pagamento de forma inteligente

Uma forma prática de definir prioridades é combinar três critérios:

  1. Custo da dívida (juros e crescimento);
  2. Risco (judicialização, serviços essenciais);
  3. Impacto no orçamento (parcelas e fôlego financeiro).

Em muitos casos, a melhor ordem é:

  • primeiro, dívidas caras que crescem rápido;
  • depois, dívidas antigas com boas oportunidades de desconto;
  • por fim, dívidas menores ou com menor impacto.

Essa lógica evita decisões emocionais e aumenta as chances de cumprir os acordos até o fim. E ainda ajuda você a organizar o orçamento da melhor maneira possível.

O perigo de tentar pagar tudo ao mesmo tempo

Quando a pessoa tenta resolver todas as dívidas de uma vez, sem planejamento, o risco de quebrar acordos aumenta muito.

Assumir várias parcelas simultâneas pode:

  • comprometer despesas básicas;
  • gerar novos atrasos;
  • levar à perda de condições negociadas;
  • piorar a situação em vez de melhorar.

Às vezes, pagar menos dívidas, mas pagar bem, é melhor do que tentar resolver tudo de uma só vez.

Leia este artigo e descubra como consultar dívidas no CPF sem pagar nada – Consultar dívidas no CPF grátis: Descubra se seu nome está negativado e como quitar suas dívidas.

Negociar ajuda a mudar essa ordem?

A negociação pode mudar completamente a prioridade. Até porque uma dívida cara pode se tornar barata após um bom acordo, enquanto uma dívida antiga pode ganhar desconto significativo.

Por isso, antes de decidir o que pagar primeiro, vale:

  • consultar todas as dívidas;
  • analisar propostas disponíveis;
  • simular impacto das parcelas no orçamento.

Com informação, a decisão deixa de ser no escuro. E na Acordo Certo, o consumidor consegue visualizar diferentes dívidas em um único ambiente e comparar propostas de negociação antes de decidir o que pagar primeiro.

A plataforma ajuda a entender:

  • quais dívidas oferecem desconto;
  • como ficam as parcelas;
  • qual impacto cada acordo tem no orçamento.

Isso facilita a definição de prioridades e reduz o risco de assumir compromissos que não serão sustentáveis.

Você sabe o que é o Score 2.0? Não? Então leia este artigo e descubra – O que é Score de Crédito e como funciona o Score 2.0 da Consumidor Positivo

Dívida cara quitada primeiro resolve tudo?

Não resolve tudo, mas abre caminho. Ao eliminar ou reduzir dívidas caras, o orçamento ganha fôlego e o consumidor passa a negociar com mais tranquilidade. Esse alívio financeiro torna mais fácil resolver dívidas antigas sem pressão e com melhores condições.

O erro mais comum é decidir com base apenas em:

  • tempo de atraso;
  • valor original da dívida;
  • vergonha de estar devendo há muito tempo.

Esses critérios ignoram juros, crescimento e impacto real no orçamento. Resultado: muito esforço, pouco avanço.

Leia mais – Mutirão das Dívidas SCPC 2025: renegocie débitos com até 99% de desconto sem sair de casa.

Conclusão

Como podemos ver, entre uma dívida cara e uma dívida antiga, a prioridade costuma ser a dívida que mais pesa no bolso, e não a que está há mais tempo em aberto.

Juros altos transformam dívidas recentes em problemas grandes rapidamente, enquanto dívidas antigas podem ser negociadas com mais vantagem em muitos casos.

Nesse sentido, avaliar custo, risco e impacto financeiro é o caminho mais seguro para sair da inadimplência sem repetir erros. Informação, planejamento e decisões conscientes fazem toda a diferença para retomar o controle financeiro.

E na Acordo Certo você consegue renegociar as suas dívidas, no seu tempo e com até 99% de desconto.

Sempre devo pagar a dívida com juros mais altos primeiro?

Na maioria dos casos, sim. Dívidas com juros elevados crescem rápido e geram mais prejuízo financeiro ao longo do tempo. Priorizar esse tipo de dívida costuma reduzir perdas e liberar orçamento mais cedo para resolver outras pendências.

Dívida antiga pode ser esquecida se não crescer?

Não. Mesmo que não cresça muito, a dívida antiga pode manter o CPF negativado, gerar risco de cobrança judicial ou afetar relações futuras com credores. Ela deve ser considerada, mas nem sempre é a primeira prioridade.

Negociar muda qual dívida é mais importante?

Pode mudar completamente. Um bom acordo pode transformar uma dívida cara em algo controlável, enquanto uma dívida antiga pode se tornar mais vantajosa de resolver. Por isso, analisar propostas antes de decidir é essencial.

Vale a pena pagar dívidas pequenas primeiro para “limpar o nome”?

Depende. Resolver dívidas pequenas pode ajudar emocionalmente e melhorar a organização, mas não deve comprometer o pagamento de dívidas caras que crescem rápido. O ideal é equilibrar impacto financeiro e viabilidade.

Posso alternar pagamentos entre dívidas?

Pode, desde que isso não gere atraso em nenhuma delas. O risco de alternar sem planejamento é acabar quebrando acordos, o que costuma piorar as condições futuras.

Existe uma ordem perfeita para todos os casos?

Não. Cada situação é única. A melhor ordem depende da renda, do tipo de dívida, dos juros, dos riscos envolvidos e das oportunidades de negociação disponíveis. Analisar o conjunto é mais importante do que seguir uma regra fixa.

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Beatriz Torres

Beatriz Torres

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Formada em Sistemas para Internet, atuando em SEO e Marketing Digital desde 2016. Aqui na Acordo Certo sou responsável pelo SEO do Blog e YouTube, além de cooperar com o ASO do app da Consumidor Positivo - nossa empresa mãe. Tutora de 10 pets, 8 gatos e 2 cães. Amo a natureza e insetos. 🐝

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