Negociação de dívidas: guia definitivo para sair da inadimplência e recuperar o crédito

Aprenda a renegociar dívidas, conseguir descontos reais, organizar o orçamento, sair da negativação com segurança e reconstruir seu histórico financeiro passo a passo

Estar endividado, com contas atrasadas, cartão de crédito estourado, cheque especial no limite ou até com o nome negativado, não precisa ser um ponto final na sua vida financeira. A negociação de dívidas permite reduzir juros, conseguir desconto real, organizar o pagamento das pendências, sair da inadimplência e recuperar o crédito com segurança.

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Para isso, é fundamental saber quais dívidas priorizar, quando negociar, quanto tempo leva para sair da negativação e qual é a melhor forma de acordo em cada situação. E neste guia definitivo nós vamos ensinar tudo o que você precisa saber. Confira!

O que é a negociação de dívidas e por que é tão importante?

A negociação de dívidas é o processo de revisar suas pendências financeiras junto aos credores para reduzir juros, multas, encargos acumulados e ajustar o valor da dívida à sua capacidade real de pagamento.

Na prática, ela permite transformar uma dívida cara em uma mais barata, organizar parcelas dentro do orçamento, evitar novas cobranças, sair da inadimplência e retomar o acesso ao crédito.

Ela é importante porque impede que a dívida continue crescendo, diminui o risco de ações judiciais e acelera o processo de retirada da negativação, além de ajudar a reconstruir o histórico financeiro e o score de crédito de forma sustentável.

Como consultar o CPF para saber se tenho restrição no nome?

O primeiro passo é consultar seu CPF em uma plataforma confiável. Na Acordo Certo, essa consulta é gratuita, online e leva poucos minutos.

Você só precisa acessar o site, informar seu CPF, criar um cadastro simples e pronto: já consegue visualizar se há dívidas ativas, restrições e oportunidades de negociação.

Ao consultar seu CPF na Acordo Certo, você não só descobre se existe negativação, mas também vê quais empresas estão cobrando, o valor atualizado e as propostas disponíveis para pagamento.

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Tudo aparece de forma organizada, clara e sem linguagem complicada, para você entender exatamente a sua situação financeira.

Além disso, a plataforma oferece ofertas reais de negociação com desconto e condições facilitadas para pagamento, muitas vezes com reduções que podem chegar a um percentual bem significativo dependendo do credor.

Assim, você não apenas descobre se tem restrição, como já encontra um caminho prático para resolver a dívida e começar a recuperar seu crédito.

Está gostando? Então aproveite e leia também – Como pagar dívida do Mercado Livre?

Confira também: Melhor aplicativo para quitar dívidas em 2026.

Por que você não deve dizer que está com o nome sujo?

Dizer “estou com o nome sujo” reforça uma ideia negativa sobre você, como se a dívida definisse quem você é. E isso não é verdade. Você não está “sujo”, você está endividado, e dívida é uma situação financeira, não um rótulo pessoal.

Usar esse termo só aumenta a culpa, a vergonha e a sensação de fracasso, o que pode te paralisar ao invés de ajudar a resolver o problema.

Além disso, quando você acredita que está “com o nome sujo”, parece que não existe saída. Esse pensamento afasta você das soluções, reduz sua autoestima financeira e cria um peso emocional desnecessário.

O que existe são dívidas, prazos, juros e oportunidades de negociação, e tudo isso pode ser organizado e resolvido com planejamento. Por isso, na Acordo Certo, você não é o problema, a dívida sim. E nós, tratamos você com esse mesmo respeito.

Não usamos o termo “nome sujo” e entendemos que você pode a qualquer momento reorganizar sua vida financeira aproveitando as oportunidades que são dadas na plataforma.

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Como é o processo de cobrança de dívida?

O processo de cobrança de dívida geralmente segue uma cronologia pré-definida. Ou seja, em todos os casos, quando você se atrapalha a dívida segue um mesmo caminho, conforme você pode ver abaixo.

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Atraso inicial – cobrança amigável

Nos primeiros dias de atraso do pagamento da dívida, o credor tenta resolver de forma simples. Você começa a receber lembretes por SMS, e-mail, telefone ou WhatsApp.

Aqui ainda não existe negativação, mas juros e multa começam a ser aplicados. É o melhor momento para negociar, porque as condições costumam ser mais simples.

Atraso prolongado – intensificação da cobrança

Com algumas semanas ou meses de atraso, a cobrança fica mais frequente e a empresa ou instituição bancária pode transferir a dívida para uma assessoria de cobrança.

Os valores aumentam com juros e encargos. Ainda é fase de negociação amigável, e muitas vezes surgem descontos para pagamento ou condições facilitadas.

Negativação – registro em birôs de crédito

Se a dívida continua sem pagamento, o credor pode registrar a inadimplência no seu CPF em birôs como Serasa, SPC e Boa Vista, após notificação.

Isso afeta seu Score e dificulta acesso a crédito, financiamentos e serviços. Esse registro pode permanecer por até 5 anos para aquela dívida.

Cobrança contínua e ofertas de renegociação

Mesmo negativada, a dívida continua sendo cobrada, muitas vezes com ofertas melhores, inclusive com descontos altos para pagamento à vista ou parcelamentos mais acessíveis, como acontece na Acordo Certo.

É um momento comum de renegociação porque os credores preferem acordo a recorrer à Justiça.

Possível judicialização

Dependendo do tipo de dívida, valor e política do credor, o caso pode ir para a Justiça. Quando vira ação judicial, podem existir consequências como bloqueio de valores, penhora de bens e acordos determinados judicialmente.

Nem toda dívida vai para processo judicial, mas é um risco real que pode ser evitado quando você recorre a negociação antecipadamente.

Prescrição / limites legais

A negativação cai após 5 anos, mas isso não significa que a dívida deixa de existir. Ou seja, ela pode ser cobrada pela empresa credora que ainda detém a dívida em seu cadastro, e, em alguns casos, ainda pode haver ação judicial, dependendo do tipo de dívida e prazos legais.

Ou seja: contar apenas com o “tempo passar” é arriscado.

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Negociação online ou presencial: qual vale mais a pena hoje?

Hoje, a negociação de dívidas online se consolidou como a forma mais eficiente de sair da inadimplência.

Além de reunir propostas de diferentes credores em um único ambiente, ela oferece descontos relevantes, mais transparência, rapidez e total autonomia para quem deseja renegociar suas dívidas.

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Por outro lado, a negociação presencial exige deslocamento, não oferece as mesmas condições e ainda coloca o devedor cara a cara com o credor, o que pode criar constrangimentos e até mesmo impossibilitar boas negociações.

Em vista disso, podemos citar algumas vantagens na negociação online, como:

Descontos e condições melhores

Plataformas como a Acordo Certo concentram campanhas de credores e disponibilizam ofertas exclusivas, frequentemente com redução de juros, multas e possibilidade de parcelamento. Um exemplo foi o Feirão SCPC + Acordo Certo que aconteceu em 2025.

Em alguns casos o desconto pode chegar a 99% do valor da dívida. Ou seja, uma dívida no valor de R$ 1 mil pode ser negociada com apenas R$ 10 de forma totalmente transparente, gratuita e sem nenhum tipo de burocracia.

Processo rápido e simples

Em minutos, você pode consultar CPF, visualizar dívidas, comparar propostas e fechar acordo sem precisar ir a uma agência ou entrar em contato com diferentes empresas.

Mais controle e menos pressão

A decisão é tomada com clareza, sem constrangimento e sem insistência de cobrança, permitindo avaliar com calma valores e prazos e fazer renegociações que realmente vão ajudar você a ter mais saúde financeira no seu dia a dia.

Tudo centralizado em um só lugar

Em vez de negociar com várias empresas individualmente, a plataforma reúne informações, histórico e condições em um único painel. Isso significa que você pode negociar com mais de um credor com as mesmas condições exclusivas.

Segurança e transparência

A negociação é formalizada digitalmente, com regras claras e pagamentos direcionados ao credor, garantindo segurança jurídica e previsibilidade.

Negociação presencial: por que costuma ser menos vantajosa?

Conforme antecipamos, a negociação presencial além de exigir o deslocamento, pode colocar o devedor em constrangimento, dificultando uma boa negociação. Além disso, em negociações presenciais existe:

  • necessidade de deslocamento e perda de tempo em filas;
  • atendimento restrito a horário comercial;
  • maior burocracia e etapas mais lentas;
  • menor diversidade de propostas disponíveis;
  • ambiente de pressão emocional e pouco conforto para decidir.

Na prática, você se desgasta mais e, muitas vezes, recebe menos opções do que teria em um ambiente digital como é no caso da plataforma da Acordo Certo.

E a autonegociação é melhor do que a negociação assistida?

Quando você decide negociar dívidas, basicamente existem dois caminhos: fazer tudo sozinho, direto com o credor, ou contar com uma plataforma que organiza, intermedia e facilita o processo.

Cada modelo funciona de um jeito e impacta diretamente no desconto que você consegue, no tempo para resolver o problema e na sua experiência durante a negociação.

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O que é autonegociação?

Autonegociação é quando você mesmo entra em contato com as empresas credoras e tenta negociar sua dívida diretamente com elas, sem intermediação.

Na prática, isso significa:

  • falar com cada credor individualmente;
  • lidar com políticas diferentes de juros, descontos e prazos;
  • depender do atendimento do credor (telefone, WhatsApp, presencial etc.);
  • negociar “no 1 a 1”, com as condições que a empresa estiver disposta a oferecer naquele momento.

Pode funcionar, mas costuma exigir tempo, paciência e certo conhecimento financeiro para avaliar se a proposta realmente vale a pena ou não.

O que é negociação assistida?

A negociação assistida, por sua vez, é quando você usa uma plataforma especializada que organiza suas dívidas, reúne propostas de credores parceiros e oferece condições estruturadas para negociar de forma simples, clara e segura sem precisar lidar com cada empresa separadamente.

Nesse caso você pode:

  • consultar seu CPF em um único lugar;
  • visualizar todas as dívidas disponíveis para negociação;
  • receber ofertas estruturadas, muitas vezes com descontos exclusivos;
  • ter clareza de valores, parcelas, juros e condições;
  • resolver tudo online, sem desgaste e sem pressão.

Aqui, você não “discute” valor com o credor: você acessa ofertas já validadas e com alto potencial de desconto.

Importante, muito cuidado com empresas que prometem “limpar seu nome” mediante pagamento de taxa, isso é golpe!

Quando uma é melhor que a outra

Geralmente, a autonegociação costuma ser melhor quando:

  • você tem poucas dívidas e com credores muito específicos;
  • precisa negociar um caso extremamente particular;
  • quer tentar condições personalizadas diretamente com a empresa;
  • tem tempo e disposição para conversar, argumentar e insistir.

Já a negociação assistida é mais indicada quando:

  • você tem mais de uma dívida;
  • quer resolver mais rápido e com menos burocracia;
  • busca descontos estruturados e condições claras;
  • não quer lidar com pressão emocional de cobrança;
  • precisa de organização e segurança no processo;
  • quer centralizar tudo em um único ambiente digital.

Na vida real, para a maioria das pessoas que estão endividadas e querem resolver sem dor de cabeça, a negociação assistida tende a ser mais prática e eficiente.

Como isso funciona na prática na Acordo Certo

Na Acordo Certo, a negociação é assistida de forma simples e direta. Ou seja, a plataforma ajuda você em todas as etapas da sua renegociação:

  1. você consulta seu CPF gratuitamente;
  2. visualiza as dívidas disponíveis para negociação com parceiros;
  3. recebe ofertas estruturadas com descontos e condições definidas;
  4. escolhe a proposta que cabe no seu orçamento;
  5. fecha o acordo online e acompanha tudo pelo site.

Você não precisa ligar para o credor, não tem que negociar “na pressão” e tampouco comparar propostas soltas. As condições aparecem prontas, claras e objetivas, com foco em desconto real, parcelamento acessível e segurança no processo.

Quais são os tipos de acordo de dívida?

Quando você decide negociar, basicamente existem alguns formatos de acordo que podem ser oferecidos. Cada um tem impacto diferente no valor final, no tempo de pagamento e na velocidade para recuperar crédito.

Entender isso evita cair em propostas que parecem boas, mas não cabem no seu bolso.

Acordo com pagamento à vista

É o acordo com maiores descontos. Normalmente, você quita a dívida em uma única parcela e consegue reduzir bastante juros, encargos e parte da multa acumulada.

É a melhor opção quando você tem reserva, recebeu um dinheiro extra ou consegue reunir recursos sem comprometer suas contas essenciais. Geralmente, é o caminho mais rápido para sair da negativação.

Acordo parcelado

Aqui você negocia a dívida em várias parcelas, com um valor mensal que caiba no orçamento. Os descontos costumam ser menores do que no pagamento à vista, porque a dívida continua existindo ao longo do tempo.

Dessa forma, parcelamento só vale a pena se as parcelas realmente cabem no seu bolso. Quebrar o acordo faz a dívida voltar pior.

Redução de juros e encargos

Em alguns casos, não há uma “mega oferta” de desconto, mas há reestruturação financeira: o credor reduz juros, retira parte de encargos, alonga prazo e deixa a dívida mais leve. Esse tipo de acordo é comum em dívidas de longo prazo, como algumas bancárias e financeiras.

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Consolidação ou unificação de dívidas

Pode acontecer quando você tem várias dívidas com o mesmo credor ou grupo. Em vez de pagar várias pendências separadas, tudo vira uma só dívida renegociada. Isso ajuda no controle financeiro e organização.

Porém, é essencial conferir taxas e prazos para não transformar várias dívidas caras em uma dívida longa e mais pesada.

Quer saber como fazer uma consolidação de dívidas? Leia também – Consolidação de dívidas: como juntar todas as dívidas em uma só.

Troca de dívida cara por dívida mais barata

Em algumas plataformas e negociações, você consegue transformar uma dívida com juros altos (como cartão de crédito) em uma dívida com juros menores e parcelas previsíveis.

É o conceito de “trocar dívida ruim por dívida melhor”. Funciona, desde que você pare de criar novas dívidas depois.

Acordos com carência

Em alguns casos, é possível negociar começando a pagar depois de alguns meses. Isso ajuda quem está sem condição imediata de pagamento, mas pretende se organizar. É preciso cuidado para entender se juros continuam correndo e qual será o valor final.

Qual é o melhor tipo de acordo?

O melhor acordo é o que:

  • cabe no seu orçamento sem apertar contas básicas;
  • tem condições claras;
  • reduz juros ao máximo;
  • você consegue cumprir até o fim.

E, principalmente, o acordo que resolve sua situação, não aquele que parece bonito no papel, mas vira dor de cabeça depois.

Na Acordo Certo, você consegue ver ofertas reais, comparar opções e escolher o formato que faz sentido para sua realidade, sem pressão e com segurança.

Por que algumas dívidas são mais fáceis de negociar?

Algumas dívidas são mais fáceis de negociar porque o credor já considera que é melhor receber menos do que não receber nada.

Isso acontece principalmente em dívidas antigas, já provisionadas como prejuízo, ou em débitos que foram vendidos para empresas de cobrança. Nesses casos, existe mais espaço para desconto e propostas mais flexíveis.

Outro fator importante é o tipo de dívida. Débitos de cartão de crédito, lojas e financeiras costumam ter mais margem para negociação porque têm juros altos e grande volume de clientes em situação de atraso.

Já as dívidas essenciais, como água, luz, telefone e alguns financiamentos, tendem a ter políticas mais rígidas, justamente porque impactam serviços do dia a dia e possuem regras específicas.

Além disso, a facilidade de negociação também depende do credor e do canal que você usa para negociar.

Plataformas como a Acordo Certo concentram ofertas oficiais, com descontos estruturados e condições que muitas vezes não aparecem na cobrança tradicional. Isso aumenta suas chances de encontrar uma proposta que realmente caiba no bolso e resolva sua situação.

Quais dívidas não podem ser negociadas?

A maioria das dívidas pode ser renegociada, mas existem algumas que seguem regras específicas e normalmente não entram em plataformas de negociação.

É o caso de dívidas judiciais, quando já existe decisão na Justiça determinando pagamento; pensão alimentícia, que tem caráter essencial e prioridade legal; e dívidas criminais, que não podem ser “acordadas” financeiramente.

Dívidas tributárias com o governo (como alguns tipos de impostos, multas e débitos fiscais) também seguem regras próprias.

Em muitos casos, elas não são negociadas como dívidas comuns, mas podem entrar em programas específicos do governo, parcelamentos especiais ou regulamentações próprias, e não em negociações tradicionais como as de banco, varejo e serviços.

Já contas essenciais como água, luz, gás e alguns serviços de telecomunicação podem ser renegociadas em alguns casos, mas não funcionam como dívidas de cartão ou lojas. 

Cada empresa tem sua política, muitas fazem acordos diretos, mas esse tipo de pendência não costuma aparecer em plataformas de negociação financeira tradicionais.

Por isso, o ideal é sempre consultar seu CPF e verificar quais dívidas realmente estão disponíveis para negociação e em quais condições.

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E qual tipo de dívida prescreve mais rápido?

No Brasil, a maior parte das dívidas segue uma lógica parecida: o credor pode negativar seu nome por até 5 anos e, em muitos casos, esse também é o prazo padrão de prescrição para cobrança judicial.

Mas isso não significa “perdão de dívida”, nem que ela deixa de existir. O que muda é a forma como ela pode ser cobrada e o impacto direto no seu CPF.

Para você decidir com segurança, é essencial entender o que prescreve, o que não prescreve e quais riscos existem em simplesmente “esperar caducar”.

Você pode se interessar: Como pagar a dívida se o credor sumiu?

Dívidas comuns e seus prazos mais conhecidos

Na prática do dia a dia, os prazos mais comuns são:

  • Contas de consumo (água, luz, telefone) → geralmente até 5 anos;
  • Cartão de crédito e bancos → normalmente até 5 anos;
  • Varejo e lojas (renner, casas bahia etc.) → geralmente até 5 anos;
  • Empréstimos pessoais → normalmente até 5 anos;
  • Cheque especial → via de regra, segue lógica similar de 5 anos.

Esse período de 5 anos está diretamente ligado ao tempo máximo que seu nome pode ficar negativado nos birôs de crédito e aos prazos usuais de cobrança.

Mas atenção: isso não significa que todas as dívidas seguem exatamente o mesmo padrão, nem que você nunca mais poderá ser cobrado depois disso. Em alguns casos, dependendo do tipo de dívida e do movimento jurídico do credor, o prazo pode mudar.

O que realmente “caduca”

O que a maioria das pessoas chama de “caducar” significa basicamente duas coisas:

  1. Após 5 anos, seu nome deve sair da negativação: a dívida não pode continuar restringindo seu CPF nos birôs de crédito.
  2. Em muitos casos, a dívida prescreve para cobrança judicial: passado o prazo legal, o credor perde o direito de cobrar judicialmente a dívida, desde que não tenha feito movimentações jurídicas antes.

Mas é fundamental entender: a dívida não deixa de existir. Ela pode continuar registrada internamente com o credor, pode impactar o relacionamento com a empresa e pode aparecer em consultas internas de crédito.

O que NÃO prescreve

Existem dívidas que não “caducam” da mesma forma e têm tratamento jurídico diferente. Exemplos importantes:

  • dívidas de natureza fiscal (impostos, alguns débitos com governo);
  • algumas dívidas trabalhistas em contextos específicos;
  • pensão alimentícia;
  • casos onde houve ação judicial antes do prazo (o processo muda totalmente a lógica do tempo).

Ou seja, nem toda dívida entra na regra simples dos 5 anos, e ignorar isso pode criar problemas sérios no futuro.

Os riscos de “esperar a dívida sumir”

Muita gente pensa: “vou esperar 5 anos e pronto”. Mas essa estratégia tem riscos claros:

  • risco de o credor entrar com ação judicial antes do prazo;
  • risco de bloqueio judicial de bens e valores em conta;
  • dificuldade em conseguir crédito por anos;
  • possibilidade de a dívida se tornar ainda maior;
  • desgaste emocional e financeiro prolongado.

Além disso, mesmo que saia da negativação depois de 5 anos, isso não significa automaticamente crédito fácil. Seu histórico financeiro importa, e muitos credores avaliam comportamento passado.

Quando vale negociar antes de prescrever

Negociar antes costuma valer a pena quando:

  • a dívida tem juros altos (especialmente cartão e banco);
  • existe chance de judicialização;
  • a dívida está atrapalhando crédito e planejamento;
  • você encontrou oferta com desconto real;
  • quer resolver de forma limpa, organizada e segura;

Em plataformas como a Acordo Certo, você consegue visualizar descontos estruturados, parcelamentos acessíveis e condições claras, muitas vezes bem melhores do que esperar “caducar” e conviver com o problema por anos.

O que pagar primeiro: dívida cara ou dívida antiga?

Quando você está endividado e precisa decidir o que pagar primeiro, a regra mais inteligente financeiramente é priorizar a dívida mais cara, e não simplesmente a mais antiga.

Dívidas com juros altos (principalmente cartão de crédito, cheque especial e empréstimos pessoais caros) crescem muito rápido.

Cada mês que passa, elas aumentam de forma agressiva e podem dobrar de valor em pouco tempo. Resolver essas primeiro evita que a sua dívida “exploda” e comprometa ainda mais sua renda.

Depois das dívidas mais caras, vale priorizar as que impactam seu dia a dia e sua dignidade financeira, como contas essenciais (luz, água, aluguel, internet para trabalhar). 

Essas não necessariamente são as mais antigas, mas mexem diretamente com a sua vida e com a da sua família. Em seguida, entram as dívidas que afetam seu crédito, como financiamentos e débitos que mantêm seu nome negativado.

A dívida antiga só “vence” a prioridade quando ela já virou um problema jurídico, está próxima de cobrança judicial ou está trazendo consequências mais graves. Fora isso, pagar primeiro a dívida só porque “é velha” não é a melhor estratégia.

Organizar, entender juros, ver o que cresce mais e negociar com desconto é o caminho mais eficiente e é exatamente isso que plataformas como a Acordo Certo ajudam você a fazer com clareza e segurança.

Quer saber se agiota pode cobrar dívida na justiça? Então leia este artigo – Agiota pode cobrar dívida na justiça? Entenda como funciona a lei nesses casos.

Comparativo: Dívidas Bancárias x Varejo x Concessionárias

Quando você tem mais de uma dívida, entender a diferença entre elas ajuda a escolher a melhor estratégia de negociação. Afinal, nem todas funcionam do mesmo jeito.

Algumas oferecem mais desconto, outras têm regras mais rígidas e há ainda as que impactam mais o seu dia a dia. Por isso, o planejamento é tão importante.

Qual costuma ter mais desconto?

No geral, dívidas bancárias — como cartão de crédito, cheque especial e empréstimos — tendem a ter bons níveis de desconto na renegociação, especialmente quando já estão em atraso há mais tempo e foram repassadas para cobrança ou empresas parceiras.

Isso acontece porque a dívida já acumulou encargos e o credor prefere recuperar parte do valor do que manter a inadimplência.

Dívidas de varejo (lojas, crediários, marketplaces, financiadoras de consumo) também costumam trazer propostas atrativas, inclusive com parcelamentos longos. O nível de desconto varia muito de acordo com a política de cada empresa e com o tempo de atraso.

Já as dívidas com concessionárias de serviços essenciais (água, luz, gás, telefone, internet) normalmente não oferecem os maiores descontos, mas costumam permitir parcelamentos e condições especiais para regularização.

No entanto, isso não é uma regra, uma vez que empresas como a Claro em parceria com a Acordo Certo costumam oferecer descontos bem significativos para o pagamento de dívidas.

Saiba Como Negociar Fatura Claro e Net em Atraso.

Qual é mais rígida para negociar?

As mais rígidas tendem a ser as de serviços essenciais e concessionárias, porque envolvem continuidade do serviço e possuem regras próprias.

Em muitos casos, há possibilidade de parcelamento, mas com menos margem para grandes reduções no valor total. Essa lógica vale bastante para empresas de água e esgoto e companhias de distribuição de energia elétrica como a CPFL.

Em seguida vêm as instituições financeiras, que têm regras bem definidas e políticas internas de crédito. Mesmo assim, ainda existe abertura para negociação estruturada.

As dívidas de varejo costumam ter um pouco mais de flexibilidade dependendo da empresa e do estágio da cobrança.

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Qual oferece mais oportunidades de renegociação?

Você encontra mais oportunidades estruturadas de negociação em três frentes:

  • Bancos e financeiras: costumam ter campanhas frequentes, feirões e plataformas parceiras com condições diferenciadas.
  • Varejo: muitas empresas trabalham com plataformas digitais como a Acordo Certo, o que amplia as possibilidades de proposta.
  • Concessionárias: geralmente oferecem renegociação, mas com foco maior em parcelamento do que grandes descontos.

Quer saber como declarar dívidas no imposto de renda? Leia este artigo – Como Declarar Dívidas no Imposto de Renda 2025.

Como fazer uma negociação de dívidas na Acordo Certo?

Negociar dívidas na Acordo Certo é um processo 100% online, mas funciona muito melhor quando você segue uma ordem lógica. Pense neste passo a passo como um roteiro para sair da inadimplência com o máximo de clareza e o mínimo de improviso.

1. Acesse o site e consulte seu CPF

Entre no site da Acordo Certo e digite seu CPF no campo indicado. Se for sua primeira vez, você vai precisar completar um cadastro simples (dados pessoais básicos) e criar uma senha numérica. Se já tiver login, basta entrar com CPF e senha.

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2. Veja todas as dívidas disponíveis para negociação

Depois do login, você cai na área principal da plataforma. Ali aparecem as dívidas vinculadas ao seu CPF e as ofertas de negociação já prontas, feitas pelos credores parceiros (bancos, varejo, telefonia, securitizadoras etc.).

Esse é o momento de olhar com calma: valor original, valor com desconto, forma de pagamento e prazo.

3. Analise as propostas com base no seu orçamento

Antes de clicar em “aceitar”, volte ao seu planejamento financeiro. Veja quanto realmente cabe no seu bolso por mês sem atrasar contas essenciais.

Compare:

  • Propostas à vista (normalmente com maior desconto);
  • Propostas parceladas (parcelas menores, mas com valor total maior).

Escolha sempre aquilo que você consegue pagar do início ao fim do acordo.

4. Escolha a melhor condição (à vista ou parcelado)

Dentro de cada oferta, você pode selecionar:

  • Pagamento à vista, quando tiver reserva ou dinheiro disponível;
  • Parcelamento em algumas vezes, se o orçamento estiver apertado.

É aqui que você ajusta o número de parcelas e, em alguns casos, consegue simular valores diferentes até encontrar uma combinação que faça sentido para a sua realidade.

5. Defina a forma de pagamento e a data de vencimento

Depois de escolher a proposta, você seleciona:

  • Forma de pagamento (boleto ou cartão, quando disponível);
  • Dia de vencimento das parcelas.

O ideal é escolher um dia próximo ao recebimento do seu salário ou benefício, para reduzir o risco de atraso.

6. Confirme o acordo e guarde todos os dados

Ao confirmar o acordo, a Acordo Certo formaliza a negociação com o credor. Você recebe o boleto e/ou comprovantes por e-mail e, em alguns casos, por SMS também.

Guarde:

  • Proposta aceita;
  • Comprovantes de pagamento;
  • Número do acordo.

Isso é importante caso você precise comprovar a negociação no futuro.

7. Pague a primeira parcela em dia e acompanhe a restrição no CPF

Depois do pagamento da primeira parcela (ou do valor à vista), o credor tem um prazo para retirar a restrição do seu CPF nos órgãos de proteção ao crédito.

Se houver atraso nessa baixa, você consegue provar que quitou ou iniciou o pagamento usando os comprovantes que guardou.

8. Mantenha o foco até o fim do acordo

Negociação não resolve tudo sozinha: é o pagamento em dia que fecha o ciclo. Inclua as parcelas do acordo no seu orçamento mensal, evite novas dívidas enquanto ainda está pagando e acompanhe a evolução do seu histórico de crédito.

Assim, você não só fecha um acordo, como realmente reconstrói sua vida financeira.

Antes de partir, leia também – Dívidas de jogos online: Entenda seus direitos e riscos

Conclusão

Fazer uma negociação de dívidas não é apenas “fechar um acordo”, é retomar o controle da sua vida financeira.

Quando você entende o que negociar primeiro, como funcionam prazos e quais dívidas oferecem melhores condições, você deixa de reagir às cobranças e passa a decidir, com clareza, como resolver suas pendências e reconstruir seu crédito.

A partir daqui, o próximo passo é consultar seu CPF, avaliar as propostas disponíveis, escolher uma condição que realmente caiba no seu orçamento e seguir firme até o final do acordo.

Com planejamento, consistência e boas oportunidades de negociação, sair da inadimplência é totalmente possível e pode acontecer de forma muito mais simples do que parece quando você sabe exatamente o que está fazendo.

FAQ – Perguntas Frequentes

Posso negociar dívidas mesmo que ainda não estejam negativadas?

Sim. Muitas dívidas são negociáveis antes de chegarem à negativação, e isso pode evitar juros maiores e restrições no seu CPF. Em muitos casos, negociar antecipadamente ajuda a manter o crédito ativo e reduz o impacto emocional e financeiro do endividamento.

Depois de pagar a dívida, meu Score aumenta na hora?

O Score pode melhorar, mas não é automático nem garantido. O credor precisa registrar a baixa, os birôs atualizam os dados e, depois disso, o mercado leva algum tempo para interpretar seu novo comportamento financeiro. O efeito pode ser gradual, não instantâneo.

Se eu fizer um acordo e não conseguir pagar, posso renegociar de novo?

Depende das políticas do credor e das condições vigentes no momento. Além disso, quebrar acordos com frequência pode diminuir as chances de obter novas condições vantajosas no futuro. Por isso, é essencial assumir parcelas que realmente cabem no seu bolso.

Negociar dívida sempre significa pagar menos do que eu devo?

Não necessariamente. Em muitos casos há descontos expressivos, mas em outros a vantagem está na organização, parcelamento, redução de juros futuros ou regularização do CPF. O benefício pode vir como desconto, prazo ou facilidade de pagamento e isso varia conforme credor, tempo e perfil da dívida.

Posso escolher não negociar e continuar usando crédito normalmente?

Se houver inadimplência ativa, a tendência é o crédito ficar cada vez mais restrito. Cartões podem reduzir limite, bancos podem bloquear produtos e financiamentos ficam mais difíceis de aprovar. Mesmo que você ainda consiga crédito, geralmente ele vem com juros maiores e condições bem mais duras.

Vale a pena esperar campanhas ou “feirões” para negociar?

Pode valer, porque nessas ações alguns credores oferecem condições especiais. Mas isso não é regra para todos os casos e nem sempre compensa esperar. Se a dívida continuar crescendo, os juros podem superar qualquer desconto futuro, então a decisão deve ser estratégica, não baseada apenas em expectativa.

Dívida antiga prejudica a mesma coisa que dívida recente?

O impacto pode ser diferente. Dívidas mais antigas costumam já ter causado restrição e histórico negativo. As recentes ainda podem influenciar concessões de crédito e análises de risco. O mercado observa comportamento ao longo do tempo, então manter pendências antigas sem solução também afeta credibilidade financeira.

Negociar dívida melhora minha imagem com bancos e empresas?

Sim. O mercado avalia responsabilidade financeira, não perfeição. Pessoas que renegociam e cumprem acordos demonstram compromisso. Isso pesa positivamente em decisões futuras, principalmente quando há histórico estável depois da regularização. Resolver dívidas mostra controle, organização e capacidade de cumprir compromissos, o que ajuda a reconstruir confiança.

Posso negociar mais de uma dívida ao mesmo tempo?

Pode, desde que isso caiba no seu orçamento. Algumas pessoas preferem resolver tudo de uma vez; outras negociam em etapas para não comprometer o pagamento. O importante é não assumir acordos que você não conseguirá sustentar, porque isso atrapalha sua recuperação financeira.

Depois de regularizar as dívidas, o que devo fazer para não voltar a me endividar?

Após regularizar suas dívidas abertas, o ideal é manter o acompanhamento das finanças, criar reserva mínima para emergências, evitar crédito sem planejamento e revisar gastos com frequência. Também vale acompanhar seu CPF regularmente e aprender sobre organização financeira. Assim você fortalece hábitos e diminui o risco de entrar no mesmo ciclo novamente.

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Beatriz Torres

Beatriz Torres

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Formada em Sistemas para Internet, atuando em SEO e Marketing Digital desde 2016. Aqui na Acordo Certo sou responsável pelo SEO do Blog e YouTube, além de cooperar com o ASO do app da Consumidor Positivo - nossa empresa mãe. Tutora de 10 pets, 8 gatos e 2 cães. Amo a natureza e insetos. 🐝

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